Não se pode falar de política em blogs durante ano de eleições. Que fique claro que este post se refere a uma fábula:
Era uma vez um picolé de chuchu, que tinha tudo para massacrar um sapo barbudo, mas por não ter nenhum sabor e ser escorregadio, levou uma sova. Mas ele, como todo brasileiro, não desiste nunca. Então, em um principado com nome do apóstolo dos gentios, ele resolveu falar grosso:
Eu quero, quero e quero ser rei!!! Faiz tempo que eu num mando em ninguem!
Ocorre que a fábrica de picolés que o tinha produzido já geria os rumos do principado através do príncipe frajola, que não é sorvete mas fazia parte de um truste que administrava o pedaço, e que desejava continuar a trabalhar pelos seus súditos. E não é que o picolé de chuchu resolveu dividir os interesses daqueles que o produziram, e partiu para o ataque? E contra justamente aquele que certa vez ele mesmo apoiou, para que fosse escudeiro do fidalgo nosferatu, que tem sobrenome de ferramenta para cortar madeira. Está fazendo tudo o que não fez contra o sapo barbudo…
E, enquanto isso, na floresta encantada, uma esbelta serpente, cujo nome científico é martaxa relaxaegozis, saindo de mais uma cirurgia plástica, está rolando de rir…
Moral: Como certas pessoas têm o dom de puxarem o próprio tapete, não é mesmo?